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Avatar: Fogo e Cinzas ultrapassa US$ 1 bilhão nas bilheteiras globais e confirma a força da franquia de James Cameron nos cinemas em 2025.
Crédito: Divulgação / 20th Century Studios e Lightstorm Entertainment


Pandora segue viva. E muito rentável.


Avatar: Fogo e Cinzas ultrapassou a marca de US$ 1 bilhão em bilheteria mundial e reforça algo que muita gente insiste em duvidar a cada novo capítulo da saga: o público ainda aparece. Em massa. E paga ingresso.


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O número chega em um cenário bem diferente daquele de 2009. Hoje o cinema disputa atenção com streaming, redes sociais, vídeos curtos, tudo ao mesmo tempo. Mesmo assim, o novo filme conseguiu manter fôlego nas salas, com desempenho sólido fora dos Estados Unidos e sessões cheias em mercados estratégicos como Ásia e Europa.



Parte disso vem da assinatura de James Cameron. O diretor mantém a aposta em um cinema-espetáculo que não pede desculpa por ser grande, tecnológico, detalhista até o limite. Fogo e Cinzas amplia o mundo de Avatar, apresenta novas tensões em Pandora e dobra a aposta no impacto visual — algo que, goste-se ou não, ainda funciona muito bem na experiência de tela grande.


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Também pesa o fator evento. Avatar não chega como “mais um lançamento”. Ele ocupa salas premium, domina o marketing e vira conversa, mesmo entre quem jura não se importar. Há críticas, claro. Mas há curiosidade. E retorno financeiro.


Com o bilhão alcançado, o filme se consolida como um dos maiores sucessos comerciais de 2025 até agora e dá fôlego total para as próximas sequências já planejadas. Pandora não é nostalgia. É um projeto em andamento, calculado, insistente.


E, pelo visto, ainda muito lucrativo.