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Foto: Divulgação

O cinema brasileiro voltou a cruzar o Atlântico — e dessa vez com um sotaque bem específico. O Agente Secreto garantiu duas indicações no BAFTA 2026, uma das premiações mais importantes do cinema mundial, organizada pela British Academy of Film and Television Arts.


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Não é pouca coisa. O filme, dirigido por Kleber Mendonça Filho, está disputando nas categorias Melhor Filme em Língua Não-Inglesa e Melhor Roteiro Original, reforçando algo que já vinha sendo comentado nos bastidores: o longa não passou despercebido pela crítica internacional. Pelo contrário. Chamou atenção. Ficou. Criou eco.


Desde sua estreia em festivais, O Agente Secreto vem sendo tratado como uma obra de fôlego — densa, estilizada, politicamente inquieta. Um filme que não tem pressa de agradar, mas que sabe exatamente o que quer provocar. E talvez por isso mesmo esteja encontrando espaço em premiações fora do eixo óbvio.


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As indicações ao BAFTA colocam o longa brasileiro lado a lado com produções de grande orçamento e campanhas milionárias. Ainda assim, ele chega ali sustentado mais por conceito, direção e linguagem do que por barulho publicitário.


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Vale lembrar que o BAFTA costuma funcionar como um termômetro importante da temporada de prêmios. Nem sempre indica vitórias, mas quase sempre aponta relevância. E nesse sentido, O Agente Secreto já venceu: entrou no mapa.


Agora, resta acompanhar os próximos capítulos. Se vem mais reconhecimento por aí, ninguém sabe. Mas o recado já foi dado — e chegou longe.