Pitty comenta novo álbum em desenvolvimento, confirma músicas inéditas e sugere um processo mais livre, sem pressão de datas ou fórmulas.
Crédito: Divulgação / Stephanie (Fanny) Hahne


Nada de anúncio oficial. Nada de data cravada. Mas o recado foi dado.

Pitty voltou a falar publicamente sobre o próximo álbum e, mesmo sem entregar muito, entregou o suficiente para acender o alerta dos fãs. Há músicas inéditas prontas. Há ideias circulando. E, principalmente, há vontade de lançar algo novo — no tempo certo, do jeito dela.


a caneta ta fritando. desbloqueou algo. depois a gente vai ver o quê. mas fiquei pensando no que gostaria para o P6 e as tags foram: pesado, dançante, sexy, raivoso.

e pop no bom sentido pq ver o povo cantando rock na rua é lindo demais.

— ⚡️PITTY⚡️ (@pitty.com.br) 27 de dezembro de 2025 às 18:57


Em conversas recentes, a artista deixou claro que o processo criativo está acontecendo sem aquela ansiedade industrial por hits imediatos ou lançamentos em série. As composições surgem aos poucos, testadas, revisitadas. Algumas já existem. Outras ainda estão em construção. Nada de spoiler direto, mas várias indiretas bem colocadas.


A sensação é de um disco que não nasce de urgência, mas de maturação. Um contraste interessante com o mercado atual, que pede constância, números, engajamento semanal. Pitty parece seguir na contramão disso tudo, apostando em um trabalho mais orgânico, menos refém de cronogramas.


Desde Matriz, lançado em 2019, a cantora tem se permitido circular por outros formatos, projetos paralelos, colaborações e reflexões públicas sobre arte, indústria e tempo criativo. O novo álbum, pelo que ela sugere, carrega justamente esse acúmulo. Não como conceito fechado, mas como estado de espírito.


Ainda não há título, nem previsão de lançamento. Mas há sinal verde criativo. E, para quem acompanha a trajetória da artista, isso costuma ser o primeiro passo antes de algo mais concreto aparecer.


Sem alarde. Sem countdown. Só música sendo feita.