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Premiada no Festival do Rio e no MixBrasil, a animação australiana “A Sapatona Galáctica” chega aos cinemas em 12 de fevereiro.
SOFA DGTL / Divulgação

“A Sapatona Galáctica” já tem data para invadir as telonas brasileiras — e promete uma viagem pop, queer e intergaláctica. A animação australiana estreia em 12 de fevereiro, com sessões exclusivas em cinemas de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.


Dirigido e roteirizado por Emma Hough Hobbs e Leela Varghese, o longa — distribuído pela Synapse Distribution — ganhou destaque no circuito internacional após vencer o Prêmio Félix de Melhor Filme Internacional no Festival do Rio 2025 e o Prêmio do Público no Festival MixBrasil. Antes disso, a produção também passou por eventos como o Festival de Berlim e o Festival de Sydney, consolidando sua força dentro da animação independente contemporânea.


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Na história, acompanhamos Saira, uma princesa espacial lésbica e introvertida que precisa resgatar sua ex-namorada Kiki, uma caçadora de recompensas por quem ainda nutre sentimentos. Para a missão, ela se junta a uma popstar não-binária e embarca em uma nave cheia de problemas — cenário perfeito para uma jornada que mistura humor, romance e ficção científica com identidade queer no centro da narrativa.



Visualmente vibrante e assumidamente pop, “A Sapatona Galáctica” aposta em um universo colorido e irreverente para discutir pertencimento e autoaceitação. A direção dupla carrega a assinatura criativa das cineastas: Leela Varghese, conhecida pelo curta “I’m The Most Racist Person I Know”, exibido no SXSW Austin, e Emma Hough Hobbs, animadora e designer de produção cujo trabalho já passou pelo SXSW Sydney.


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Com personagens que transitam entre o drama emocional e o caos espacial, o filme constrói uma gayláxia própria, onde aventuras absurdas convivem com reflexões sobre relações afetivas e identidade. A passagem vitoriosa por festivais LGBTQIAPN+ reforça o impacto cultural da obra, que chega ao circuito brasileiro como uma das animações independentes mais comentadas do momento.



Se a recepção calorosa dos festivais for um indicativo, “A Sapatona Galáctica” pode se tornar um novo cult da animação queer — daqueles que expandem o gênero enquanto celebram diversidade com humor, coração e muito glitter cósmico.