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Foto / Divulgação

Anna Calvi retorna com força crua e atmosfera cinematográfica em God’s Lonely Man, novo single lançado ao lado de Iggy Pop que marca o início de uma fase artística ainda mais visceral. A faixa chegou junto com um clipe e abre caminho para o EP Is This All There Is?, previsto para 20 de março de 2026 pelo selo Domino.



Visualmente, o clipe acompanha essa intensidade sonora, reforçando o clima dramático e introspectivo que sempre marcou a trajetória da cantora. A escolha estética evidencia o lado mais cinematográfico da obra, algo que dialoga com a experiência recente de Calvi compondo trilhas, incluindo trabalhos para a série Peaky Blinders.


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O lançamento posiciona Anna Calvi novamente no radar do art rock contemporâneo, agora explorando narrativas internas e questionamentos existenciais. “God’s Lonely Man” surge como a faixa de abertura do EP e apresenta guitarras intensas, batidas pulsantes e a presença marcante de Iggy Pop — descrito pela própria artista como a voz perfeita para representar um monólogo emocional disruptivo dentro da música.


Musicalmente, o novo single carrega uma energia dramática que dialoga com a identidade estética da cantora britânica, conhecida pelo timbre grave e pelo estilo performático quase teatral. A colaboração com Iggy Pop não aparece apenas como participação especial, mas como elemento narrativo central: no conceito do projeto, cada convidado assume o papel de um personagem dentro do universo criado por Calvi.



“God’s Lonely Man” também ajuda a apresentar a proposta maior do EP Is This All There Is?, primeiro capítulo de uma trilogia que investiga identidade, amor e transformação pessoal — temas inspirados pela mudança de perspectiva da artista após se tornar mãe. Além de Iggy Pop, o projeto ainda reúne nomes como Laurie Anderson, Perfume Genius e Matt Berninger, ampliando o caráter experimental e colaborativo do trabalho.


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Com “God’s Lonely Man”, Anna Calvi não apenas apresenta um novo single, mas inaugura um capítulo artístico que promete expandir ainda mais suas fronteiras criativas — e deixar claro que a artista continua interessada em provocar, questionar e transformar a própria linguagem do pop alternativo.